Muitas são as características das diversas "facetas" do homem (homem de direito, social, político, psíquico...), mas o que é interessante analisar são as características do homem psíquico.
Podemos dizer que estudar o homem psíquico e tentar entendê-lo é permear pelo universo da subjetividade, e essa subjetividade é o homem interior, o "eu" e seus sentimento, conflitos e comportamentos. Por se tratar de um estudo sobre o que está dentro do homem, nos seus pensamentos, arraigado na sua personalidade, torna-se mais difícil e complexo, pois é individual e único de cada um tais característica. Cada um tem sua forma de reagir, de analisar, de enxergar as situações, de se relacionar, logo, entendê-lo compete em conhecer suas especificidades.
Toda experiência humana é marcada pelo afeto e esse afeto está inteiramente ligado aos sentidos. É inevitável como os sentidos interferem nas relações que as pessoas estabelecem; olfato, tato, podem tornar boa ou má qualquer experiencia. Podem fazê-las inesquecíveis, marcantes e eternas. E todas essas sensações fazem parte desse homem.
É importante pontuar entretanto, que ao sermos imersos em uma cultura e padrões pré-estabelecidos pela sociedade contemporânea, talvez a espontaneidade e autonomia que são inerentes a esse homem se percam, e ele se veja preso a essa realidade.
Tal autonomia é uma característica ligada ao governo de si mesmo. Logo, aqui que pensamos, fazemos, falamos faz parte da autonomia de nós mesmos e da vontade que temos de fazer ou deixar de fazer alguma coisa.
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